{"id":2576,"date":"2014-11-18T10:34:41","date_gmt":"2014-11-18T13:34:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/?p=2576"},"modified":"2014-11-21T07:10:46","modified_gmt":"2014-11-21T10:10:46","slug":"mobilidade-urbana-e-sustentabilidade-proma-apoia-esta-causa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/mobilidade-urbana-e-sustentabilidade-proma-apoia-esta-causa\/","title":{"rendered":"Mobilidade urbana e sustentabilidade: Proma apoia esta causa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Andar de bicicleta tamb\u00e9m faz bem \u00e0 sa\u00fade. Por isso, na compra de um apartamento no Driessen Residenz voc\u00ea ganha duas bikes \u201cSpecialized | Modelo SP2 (aro 29)\u201d + equipamentos<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ciclismo pode ser usado como esporte, lazer ou meio de transporte \u2013 sendo um aliado importante quando o assunto \u00e9 sa\u00fade, mobilidade urbana e sustentabilidade. N\u00e3o importa o lugar: esse \u00e9 o grande desafio das cidades contempor\u00e2neas. No Brasil, por exemplo, dados do Departamento Nacional de Tr\u00e2nsito apontam que a frota de ve\u00edculos das capitais quase dobrou em dez anos. Antes t\u00e3o \u00e1gil e eficaz, a op\u00e7\u00e3o pelo autom\u00f3vel causou a paralisia do tr\u00e2nsito, provocando desperd\u00edcio de tempo, ocupa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os p\u00fablicos e polui\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Foto-15.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2577 size-full\" src=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Foto-15.png\" alt=\"Foto 15\" width=\"650\" height=\"545\" srcset=\"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Foto-15.png 650w, https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Foto-15-357x300.png 357w\" sizes=\"(max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><\/p>\n<p>F\u00e1bio Duarte, arquiteto e professor da disciplina de Gest\u00e3o Urbana na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Paran\u00e1, explica que o conceito de mobilidade urbana abrange todas as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o deslocamento das pessoas \u2013 sistemas sobre trilhos, transportes p\u00fablicos qualificados, ciclovias e cal\u00e7adas niveladas \u2013 e privilegia os meios de transportes que geram menos impacto ambiental e custos sociais. No entanto, a falta de incentivo e de condi\u00e7\u00f5es adequadas faz com que a utiliza\u00e7\u00e3o do transporte motorizado individual aumente cada vez mais.<\/p>\n<p>Para cada cinco brasileiros, o pa\u00eds j\u00e1 tem um autom\u00f3vel, propor\u00e7\u00e3o que era quase o dobro h\u00e1 menos de duas d\u00e9cadas. \u201cO n\u00famero de ve\u00edculos em circula\u00e7\u00e3o cresce em ritmo muito superior ao da popula\u00e7\u00e3o. O Brasil est\u00e1 avan\u00e7ando em termos legais quando o assunto \u00e9 mobilidade urbana, mas, na pr\u00e1tica, n\u00e3o est\u00e1 funcionando. A nova Lei da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana, por exemplo, obriga os munic\u00edpios a privilegiarem, por ordem de import\u00e2ncia, o pedestre, o ciclistas, o transporte p\u00fablico e, por \u00faltimo, o carro. \u00c9 preciso que as cidades respeitem as leis\u201d, explica Duarte.<\/p>\n<p>Em Jaragu\u00e1 do Sul, o \u00faltimo levantamento do Departamento Estadual de Tr\u00e2nsito de Santa Catarina, realizado em 2010, aponta que o munic\u00edpio tem, para cada 100 habitantes, 61,14 ve\u00edculos. Esse n\u00famero est\u00e1 aumentando. Nesse sentido, o empres\u00e1rio Durval Marcatto Junior destaca que a gest\u00e3o p\u00fablica precisa dar mais aten\u00e7\u00e3o aos ciclistas. \u201cJ\u00e1 est\u00e1 comprovado, principalmente nos pa\u00edses desenvolvidos, que o ciclismo pode e deve ser usado como um meio de transporte complementar. Entretanto, a gente percebe que quem tem outra op\u00e7\u00e3o n\u00e3o anda de bicicleta \u2013 tamb\u00e9m est\u00e1 faltando respeito por parte dos motoristas\u201d. Marcatto afirma, ainda, que a falta de ciclovias e de biciclet\u00e1rios ajudam a inibir o uso.<\/p>\n<p>A professora Adriana Rodrigues utiliza o carro somente quando chove. \u201cEconomizo tempo e tamb\u00e9m ajudo o meio ambiente. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso considerar que o autom\u00f3vel \u00e9 um investimento passivo \u2013 voc\u00ea n\u00e3o ganha nada\u201d, afirma. Entretanto, Adriana aponta que o governo precisa incentivar em todas as classes sociais a consci\u00eancia ecol\u00f3gica e econ\u00f4mica. \u201cO tr\u00e2nsito est\u00e1 ca\u00f3tico, mas n\u00e3o vemos a constru\u00e7\u00e3o de novas ciclovias. Os acessos em Jaragu\u00e1 do Sul s\u00e3o planos, sem muitas subidas. A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil\u201d.<\/p>\n<p>O estudante de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica Matheus Heller pontua que a bicicleta tamb\u00e9m traz qualidade de vida. \u201c\u00c9 o meio m\u00f3vel mais saud\u00e1vel que podemos usar. \u00c9 mais pr\u00e1tico, mais f\u00e1cil e n\u00e3o polui a natureza. As pessoas precisam ter consci\u00eancia da import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica e o ciclismo faz muito bem para a sa\u00fade\u201d, afirma. Al\u00e9m desse benef\u00edcio, Marcatto acrescenta que, como ciclista, a forma de ver o mundo \u00e9 diferente. \u201cVoc\u00ea est\u00e1 mais pr\u00f3ximo de todas as sensa\u00e7\u00f5es \u2013 \u00e9 poss\u00edvel sentir os cheiros, ouvir os sons e vivenciar todos os momentos de perto\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andar de bicicleta tamb\u00e9m faz bem \u00e0 sa\u00fade. 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