{"id":2615,"date":"2014-12-11T07:25:30","date_gmt":"2014-12-11T10:25:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/?p=2615"},"modified":"2014-11-21T07:33:51","modified_gmt":"2014-11-21T10:33:51","slug":"uma-chance-a-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/uma-chance-a-mais\/","title":{"rendered":"Uma chance a mais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Ademar Fernandes, quinto colaborador mais antigo da Proma, fala sobre o acidente que o faz perseguir o futuro com mais coragem, f\u00e9 e determina\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>No dia 11 de agosto ele comemorou o 51\u00ba anivers\u00e1rio \u2013 olhando para o alto, conclui que percorreu um bom caminho at\u00e9 aqui. Homem de palavras poucas e sorriso envergonhado. Primeiro pensa bem na tentativa de rememorar os acontecimentos para, s\u00f3 ent\u00e3o, contar aos poucos a hist\u00f3ria da sua vida. Recorda-se dos momentos com o semblante sereno \u2013 nem tudo \u00e9 lembrado com detalhes, principalmente os anos em que os fatos aconteceram. \u201cPretendo viver o dobro desse tempo. Com f\u00e9 em Deus a gente chega l\u00e1\u201d, diz, por fim.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Ademar_Fernandes.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2616 size-medium\" src=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Ademar_Fernandes-1024x1242.jpg\" alt=\"Ademar_Fernandes\" width=\"1024\" height=\"1242\" srcset=\"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Ademar_Fernandes-1024x1242.jpg 1024w, https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Ademar_Fernandes-960x1164.jpg 960w, https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Ademar_Fernandes-247x300.jpg 247w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ademar Fernandes \u00e9 cat\u00f3lico. \u00c9 a Deus que ele agradece todos os dias pelo dom da vida. E, quando se passa por um susto, a f\u00e9 aumenta ainda mais \u2013 \u00e0s vezes, o porqu\u00ea n\u00e3o se revela no instante, mas proporciona momentos a mais de reflex\u00e3o. Faz 12 anos que um atropelamento o deixou tr\u00eas dias em coma e com algumas cicatrizes. \u201cQuem somos n\u00f3s se n\u00e3o tivermos a for\u00e7a do Homem l\u00e1 de cima? Sempre pensei que isso jamais aconteceria comigo, mas tive uma chance a mais para viver o presente e perseguir o futuro com mais coragem e determina\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Quem sempre esteve ao seu lado foi Adriana \u2013 s\u00e3o 23 anos de uni\u00e3o e companheirismo, o mesmo tempo de vida do filho \u00fanico, Anderson. Quando fala da fam\u00edlia, as palavras de orgulho saem naturalmente e Ademar se deixa levar pelo sorriso que aparece com sinceridade. \u201cOs amo como nada desse mundo, porque minha esposa e meu filho s\u00e3o a minha base. Quando eles est\u00e3o felizes, eu sou feliz\u201d, revela. Os olhos brilham. Pede a Deus, somente, para que sejam sempre unidos.<\/p>\n<p>Ademar \u00e9 o quinto filho de uma fam\u00edlia de nove irm\u00e3os \u2013 seis homens e tr\u00eas mulheres. Homem de pouco estudo, teve uma inf\u00e2ncia sem liberdade para aprender a ler e a escrever. Brincar? S\u00f3 de vez em quando. \u201c\u00c0s vezes, sobrava um tempinho no s\u00e1bado e no domingo para jogar peca ou andar de carrinho de rolim\u00e3 com os meus primos \u2013 quanto divertimento! Mas, durante a semana eu tinha que trabalhar na serraria. Trabalho s\u00e9rio, n\u00e3o importava a idade. Era nosso dever ajudar os pais no sustento da casa\u201d, recorda. Hoje, se diverte assistindo \u00e0 televis\u00e3o com a fam\u00edlia e jogando, muito de vez em quando, sinuca.<\/p>\n<p>Quando crian\u00e7a, Ademar morou em Curitibanos, mas a adolesc\u00eancia foi em Atalanta, munic\u00edpio da microrregi\u00e3o do Vale do Itaja\u00ed, o mesmo em que nasceu. Depois, residiu em Joinville por dez anos, mas, a cidade que o abra\u00e7ou h\u00e1 20 anos foi Jaragu\u00e1 do Sul. \u201cTer vindo para c\u00e1 foi obra do destino. A minha esposa \u00e9 daqui e o sonho da minha sogra era que nos mud\u00e1ssemos para c\u00e1\u201d, comenta. Vieram em busca de um emprego melhor e de oportunidades que os fizessem viver com mais alegria e serenidade.<\/p>\n<p>Pode n\u00e3o se lembrar de muitas datas, mas Ademar recorda sem pestanejar do dia e m\u00eas em que foi contratado pela Proma: 27 de novembro. Faz 18 anos. \u201cO primeiro dia de trabalho foi uma conquista. Falei com o mestre de obras do edif\u00edcio Dianthus e, uma semana depois, estava trabalhando como guincheiro\u201d, explica. Atualmente, o quinto colaborador mais antigo da construtora \u00e9 operador de grua. \u201cFoi a melhor empresa em que j\u00e1 trabalhei. Al\u00e9m de ser o meu ganha p\u00e3o, eu me sinto seguro e feliz acordando todos os dias de manh\u00e3 para trabalhar. A Proma \u00e9 a minha segunda casa\u201d, assegura.<\/p>\n<p>Os olhos tamb\u00e9m brilham de alegria quando Ademar fala do maior sonho j\u00e1 realizado: a casa pr\u00f3pria. \u201cBatalhei com a minha esposa no dia a dia e hoje temos um lar para chamar de nosso. Tamb\u00e9m conseguimos, com o nosso esfor\u00e7o, comprar tudo o que \u00e9 necess\u00e1rio para viver com conforto\u201d, garante. Agradece novamente a Deus pela vida, pela fam\u00edlia, pelo emprego e por todas as conquistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ademar Fernandes, quinto colaborador mais antigo da Proma, fala sobre o acidente que o faz perseguir o futuro com mais coragem, f\u00e9 e determina\u00e7\u00e3o No dia 11 de agosto ele comemorou o 51\u00ba anivers\u00e1rio \u2013 olhando para o alto, conclui&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2616,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2245,2246,2247],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2615"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2615"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2615\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2617,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2615\/revisions\/2617"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2616"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2615"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2615"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2615"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}