{"id":2809,"date":"2015-03-24T07:00:54","date_gmt":"2015-03-24T10:00:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/?p=2809"},"modified":"2015-03-23T16:52:43","modified_gmt":"2015-03-23T19:52:43","slug":"saiba-mais-sobre-o-fim-da-fabricacao-das-lampadas-incandescentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/saiba-mais-sobre-o-fim-da-fabricacao-das-lampadas-incandescentes\/","title":{"rendered":"Saiba mais sobre o fim da fabrica\u00e7\u00e3o das l\u00e2mpadas incandescentes"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-2810 size-full\" src=\"http:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes.jpg\" alt=\"fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes\" width=\"1024\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes.jpg 1024w, https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes-960x562.jpg 960w, https:\/\/www.proma.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/fim_da_fabricacao_lampadas_incandecentes-500x292.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A data est\u00e1 marcada: 30 de junho de 2016. Estabelecido pela Portaria no 1.007, o prazo para o <strong>fim da fabrica\u00e7\u00e3o das<\/strong> <strong>l\u00e2mpadas incandescentes<\/strong> tem agitado o setor de <strong>ilumina\u00e7\u00e3o<\/strong>. Embora estejam no mercado h\u00e1 bastante tempo, as pr\u00f3prias hal\u00f3genas \u2013 dicroicas, PAR, AR e halopins \u2013 ainda geram confus\u00e3o quanto \u00e0 indica\u00e7\u00e3o de uso. E espere at\u00e9 falarmos sobre as LEDs. As <strong>l\u00e2mpadas de funcionamento digital<\/strong> ainda custam caro, mas duram muito mais e <strong>gastam pouca energia<\/strong>. \u201cUma incandescente comum dura 1.000 horas. A fluorescente compacta, 6.000. Uma LED, 25.000\u201d, explica <strong>Sergio Binda<\/strong>, diretor de marketing da <strong>GE Lighting<\/strong> para Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Segundo <strong>Marcos Santos<\/strong>, gerente de produto da <strong>Osram<\/strong>, as LEDs t\u00eam ficado mais baratas, em m\u00e9dia 20% ao ano. \u201cEm breve, os valores ser\u00e3o equivalentes aos das fluorescentes compactas\u201d, diz. Hoje, uma LED pode custar de R$ 40 a R$ 70. O diretor de marketing e produtos de ilumina\u00e7\u00e3o da <strong>Philips para Am\u00e9rica Latina<\/strong>, <strong>Lamaro Parreira<\/strong>, ressalta: \u201cGra\u00e7as \u00e0 tecnologia, a LED \u00e9 a \u00fanica l\u00e2mpada que permite a interatividade, como controlar a luz por aplicativos de celular, alterar a intensidade, o tom, entre outros\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Pensando nisso, listamos abaixo cinco perguntas que ir\u00e3o auxiliar voc\u00ea na hora de \u00a0comprar suas l\u00e2mpadas daqui pra frente. N\u00e3o deixe de conferir \ud83d\ude09<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Qual \u00e9 o sistema de funcionamento?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>De filamento, de descarga ou LED.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Ser\u00e1 necess\u00e1rio algum acess\u00f3rio?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Acess\u00f3rios podem ser de dois tipos: reatores, que provocam um pulso el\u00e9trico para a l\u00e2mpada acender (caso das fluorescentes tubulares), ou <strong>transformadores<\/strong>, que adaptam a tens\u00e3o de modo a torn\u00e1-la adequada ao funcionamento da l\u00e2mpada. LEDs, em geral, precisam de acess\u00f3rios, muito embora j\u00e1 existam modelos adequados para as redes de 110 e 220 V. Tanto os reatores quanto os transformadores t\u00eam vida \u00fatil, em geral, menor ou igual \u00e0 da l\u00e2mpada. Eles s\u00e3o sens\u00edveis ao calor, o que se torna um problema no caso das <strong>hal\u00f3genas<\/strong>. Ou seja, inclua isso no or\u00e7amento.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>A l\u00e2mpada emite calor? <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Quanto mais calor a l\u00e2mpada emite, menos econ\u00f4mica ela \u00e9. Exemplos pouco econ\u00f4micos s\u00e3o os modelos incandescentes comuns, que justamente por isso sair\u00e3o do mercado, e hal\u00f3genos. Um bom modelo de efici\u00eancia energ\u00e9tica (a quantidade de luz gerada pela l\u00e2mpada em fun\u00e7\u00e3o da energia consumida) pode ser visto nas fluorescentes e LEDs.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>Qual \u00e9 o \u00edndice de reprodu\u00e7\u00e3o de cor?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Chamado de IRC, varia de zero a 100. Esse n\u00famero determina a capacidade da l\u00e2mpada de reproduzir as cores fi\u00e9is do ambiente. Quanto mais fiel, maior a nota. Se por um lado as <strong>fluorescentes e LEDs<\/strong> se saem bem no quesito economia de energia e baixa emiss\u00e3o de calor, por outro perdem no <strong>IRC<\/strong>: os modelos dom\u00e9sticos chegam hoje a no m\u00e1ximo 80, o que pode conferir um aspecto levemente artificial ao ambiente. As de filamento (incandescentes e hal\u00f3genas) s\u00e3o as \u00fanicas que atingem 100, o que explica sua perman\u00eancia no mercado, apesar da dura\u00e7\u00e3o menor e do gasto energ\u00e9tico.<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong>Qual \u00e9 a temperatura de cor da l\u00e2mpada?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Medido em kelvins e geralmente impresso no verso da embalagem, esse n\u00famero indica a cor da luz. Aten\u00e7\u00e3o: n\u00e3o confunda isso com emiss\u00e3o de calor. S\u00e3o tr\u00eas categorias: at\u00e9 3.000, luz quente (em geral, esse \u00edndice \u00e9 o das incandescentes comuns e hal\u00f3genas); de 3.000 a 6.000, luz fria; e de 6.000 a 8.000, superfria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/goo.gl\/7e0Ys7\">Revista Casa e Jardim<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A data est\u00e1 marcada: 30 de junho de 2016. Estabelecido pela Portaria no 1.007, o prazo para o fim da fabrica\u00e7\u00e3o das l\u00e2mpadas incandescentes tem agitado o setor de ilumina\u00e7\u00e3o. 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